No próximo sábado, dia 25 de Abril, venham festejar esta importante e significante data. O dia em que a ditadura foi por água abaixo, o dia em que voltámos a ser livres, o dia em que Portugal amadureceu. É certo que ainda hoje pagamos por isso, e que estamos a passar uma outra fase, de corrupção e injustiças sociais, mas a luta continua! É importante que nós nem as próximas gerações esqueçam esta data, para nunca mais voltarmos a cair no mesmo. Para isso resta-nos celebrar esta data e continuar a luta (à sombra e sentadinhos...), a comer uma bela feijoada (com o alto patrocínio Oceanos). Venham vestidos a rigor! Inspirem-se nos albúns antigos de fotografias dos vossos pais, inspirem-se na série "Conta-me como foi", inspirem-se na década de 70 e toca de aparecer todos catitas com o cravo ao peito. Um bem haja camaradas :) 25 de Abril sempre!
Esta coisa dos “anos verdes” (refiro-me à festa Verde, aniversário do Boteta) fez-me lembrar, não sei porquê, “Os Verdes Anos”, do Carlos Paredes (na música) e do Paulo Rocha (no cinema). Ambos, cada um na sua arte, de alguma forma contribuíram para agitar a panorama artístico da época e romper com aquilo que era convencional. Nesta época em que a palavra CRISE anda de boca em boca, é bom lembrar que o génio e a imaginação tudo podem mudar! Antes, nos Verdes Anos, agora e sempre, é preciso inventar formas de dar a volta e não deixar que o mofo se instale em nós. É preciso não ter medo de arriscar… e de agitar!
“Amandei” este post porque adoro esta música do Carlos Paredes, porque me sinto agitada… porque estou farta que me respondam a tudo com: é a Crise! Porque é Abril, porque me apeteceu e porque sou LIVRE.
Um bem haja a todos os que prezam a liberdade!
Espreitem mais sobres Os Verdes Anos, em: http://antoniocarrilho.com/pt/category/topicos/os-verdes-anos